quarta-feira, 7 de setembro de 2011

NOSSA HISTÓRIA NO AR!


Acabamos de postar a história da TUEDLUZ - em fatos e fotos - para que todos possam conhecer a memória de nossa Casa, após trinta anos de muita labuta e bênçãos sob o amparo de nossos Orixás.

Para conferir, basta acessar a seção "Nossa história", ao topo de nossa página.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

VOZES DO CONGÁ

Oh! Senhora da luz-velada, umbanda de todos nós; OLHAI A SILENCIOSA TRISTEZA DOS TEUS QUÊDOS “Congás”...

Eles continuam na dolorosa expectativa dos mesmos panoramas e cenários...Senhora! daí-lhes “vida” e fazei-os entrar em comunhão com os vossos diletos filhos... Se ordenardes, as vozes de todos os “congás” sairão frementes e, limitando tanta vaidade e tanta encenação...

Fala triste Conga!... se tua voz pudesse aferir no mediúnico desses que se “vestem de aparelhos” de tua Umbanda por certo que o faria assim. Oh! Tu que diriges a tantos, como médium-Chefe, eu não sou pura e simplesmente essas imagens. Reflete: ISTO É APENAS MEU EXTERIOR. SOU o “oculto fixada e existente” pela presença dos ORIXÁS, Guias e Protetores... Das centenas e centenas de pensamentos de respeito que meu lugar impõe, é que nasce a FÉ, que os fazem entrar em harmonia com as vibrações dessas mesmas Entidades...

Portanto, eu tenho mil olhos: vejo o “eu visível e invisível, a erva daninha e as pétalas em flor”, que por ventura, plantadas em tua alma, estejam...

Porque, então, usas essas cores berrantes, esses colares de LOUÇA e VIDRO, missangas que são inerentes aos folguedos do Carnaval, comprados no balcão da descrença, quase sempre acompanhadas pelo aflorar de um sorriso irônico?

Oh! Tu, que no alarido dos tambores e dos pontos gritados, verdadeiras batucadas que não traduzem a divina prece cantada de nossos Orixás, na imantação das forças originais da nossa Umbanda: - fica sabendo que com isso, tu “desenvolves” apenas aquela espécie de psiquismo, que, na MENTE INSTINTIVA, jaz semi-adormecida, herança de um primitivismo que o transcorrer dos séculos deixou nas noites do Passado...

FILHOS DE ORIXÁ, clareia tua visão interior, interroga, na silenciosa paz da alma, a teu Guia Espiritual, se ele de fato e de direito aceita essas coisas todas que usas e ostentas.

Confessa, então, à própria consciência, pela resposta que na certa irás receber, que tudo isso NÃO PARTE de “sua vontade”, pelo teu mediunismo...

FICA SABENDO da grande responsabilidade que assumes perante a LEI DO KARMA, se, ao estenderes as mãos sobre um médium ou qualquer outro que necessitar, NÃO o fizeres com a “mente limpa” e SOBRETUDO, QUE TENHAS A CERTEZA DE ESTAR CAPACITADO, através de um dom real e EXISTENTE para impregná-los de vibrações corretas em vez de “sobrecarregá-los por acréscimo” com tuas próprias mazelas. Contribuis, assim, para precipitares causas e efeitos, que, INEXORÁVELMENTE sentirás, cedo ou tarde, pelos diversos transtornos que irão aparecendo em tua vida, sem aparente explicação.
Ou então, quando sob a aparente inocência desses que vão pedir “isso ou aquilo” para suavizar suas aflições, “larvas famintas que moram em seus “auras”, oriundas desses setores da chamada Quimbanda, conhecendo que não estás “ordenado” para lidar com elas, coesas envolver-te-ão à procura de um “PONTO FRACO”...

Fica sabendo, então, que Umbanda é a “palavra perdida” que identifica, no Brasil, a mesma Religião primitiva firmada em RAMA, na LEI ordenada pelo SUPREMO ILUMINADO, AQUELE ZAMBI de nossos Pretos-velhos...

Fica sabendo ainda que ela é a Mãe Geradora de todos os conhecimentos, pois FOI,É e SERÁ a revelação original que se expandiu no “Verbo” desses Grandes Iniciados que foram Manú, Buda, Confúcio, Moisés, Sócrates, tec., que ensinaram as mesmas verdades que JESUS, nosso OXALÁ, veio confirmar e dizer aos simples e humildes, conforme nosso Guias o fazem, de acordo com o EVOLUTIVO de “cada um”...

E FICA SABENDO, POR FIM, que seu NOME não deve servir de “fachada a circo de cavalinhos”...

Toma cuidado! Guarda firme, no “Eu” pensante, essa advertência: a Lei, na Umbanda, é COORDENADA por uma “força básica” que se chama MAGIA.

Se não conheceres pelo menos alguns de seus MOVIMENTOS POSITIVOS, na certa CAIRÁS envolvido em seus MOVIMENTOS NEGATIVOS...

Assim, na inspiração de algo que está em mim e NÃO é meu, na interpretação dessa voz vibrada de YOXANAN, por Pai-preto suavizada, esse pobre “eu” externou somente aquilo que qualquer um, livre dos “duros cascões”, não deixará de reconhecer como... simples verdades, que, na confusão atual, SÃO NECESSÁRIAS QUE SE DIGAM...

W. W. da Matta e Silva (Mestre Yapacani)
[originalmente publicada no livro Umbanda de Todos Nós, 2ª edição (1960) - Livraria Freitas Bastos].

domingo, 4 de setembro de 2011

PARA REFLETIR...


ONDE VOCÊ COLOCA O SAL?

O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d’água e bebesse.
– Qual é o gosto? – perguntou o Mestre.
– Ruim – disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago, então o velho disse:
– Beba um pouco dessa água.
Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o Mestre perguntou:
– Qual é o gosto?
– Bom! – disse o rapaz.
– Você sente o gosto do sal? – Perguntou o Mestre.
– Não – disse o jovem.
O Mestre então sentou ao lado do jovem, pegou sua mão e disse:
– A dor na vida de uma pessoa é inevitável. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Então, quando você sofrer, a única coisa que você deve fazer é aumentar a percepção das coisas boas que você tem na vida.
Deixe de ser um copo. Torne-se um lago.  
Conto Zen  

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

PARA REFLETIR...



Um dia, o burro de um camponês caiu num poço. Não chegou a se ferir, mas não podia sair dali por conta própria. Depois de muito pensar, o camponês tomou uma decisão cruel: concluiu que já que o burro estava muito velho e que o poço estava mesmo seco, precisaria ser tapado de alguma forma. Então chamou seus vizinhos para ajudá-lo a enterrar vivo o burro.

Cada um deles pegou uma pá e começou a jogar terra dentro do poço. O burro não tardou a se dar conta do que estavam fazendo com ele e chorou desesperadamente.

Porém, para surpresa de todos, o burro aquietou-se, depois de umas quantas pás de terra que levou. O camponês olhou para o fundo do poço e se surpreendeu. A cada pá de terra que caía sobre suas costas o burro a sacudia, dando um passo sobre esta mesma terra que caía ao chão. Assim,em pouco tempo, o burro conseguiu chegar até a boca do poço, passar por cima da borda e sair dali trotando…

A vida vai te jogar muita terra nas costas, principalmente, se você já estiver dentro de um poço. Cada um de nossos problemas é um degrau que nos conduz para cima.

Podemos sair dos mais profundos buracos se não nos dermos por vencidos.

Use a terra que te jogam para seguir adiante!


"Nossas vidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar se não fosse o medo de tentar".
(William Sheakspeare).